I Encontro dos Ex- FEAB.

I Encontro dos Ex-FEAB: Brasília, 02 e 03 de Junho de 2012.

sábado, 19 de maio de 2012

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Feabeanos construindo a política de agroecologia


O Ministério do Meio Ambiente (MMA) tem compromisso especial com o processo de construção da Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica. A afirmação foi feita na manhã desta sexta-feira (18/05) pelo secretário-executivo do MMA, Francisco Gaetani, durante o Diálogo Governo e Sociedade Civil - Devolutiva da Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica.
O encontro reuniu representantes do governo e sociedade civil, participantes ativos na elaboração do documento, previsto para ser lançado no próximo mês, durante a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, no Rio de Janeiro.

O secretário destacou que a participação do MMA no processo de construção vai além das discussões ambientais, pois envolve questões relativas ao desenvolvimento agrário e agropecuário. "O nosso papelestratégico é consolidar todas as propostas apresentadas e discutir a agenda que deve ser implementada a médio e longo prazos", disse Gaetani. Ele lembrou, ainda, a ação é resultado decompromisso assumido pela presidenta Dilma Rousseff com representantes de movimentos
sociais em 2011.

Mais do que mudança de hábito, o governo federal quer promover a oferta de alimentos cada vez mais saudáveis à população, a partir do uso sustentável dos recursos naturais. Esse, que é o objetivo da Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica, foi ressaltado pelo secretário de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável do MMA, Paulo Cabral.

Veja mais aqui.

Vários Feabeanos participaram deste evento: Gilson Bittencourt, Paulo Guilherme, Maya Takagi, Caê, Enaile Iadanza, Larisa Gaivizzo, Cláudia Calório, Cláudia Souza, João Dangelis, Dênis entre outros, além de antigos colaboradores da FEAB: Jean Marc e Jorg Zimmermann. 

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Vicente Almeida - Mossoró


Vicente ingressou no curso de Agronomia em 1991 na então Escola Superior de Agricultura de Mossoró (ESAM),  hoje Universidade Federal do Semi-árido – UFERSA.
Logo no primeiro ano, ingressou no Centro Acadêmico da ESAM como Diretor de Esportes. Seguiu sua atuação militante na FEAB Regional e como membro da comissão organizadora do CONEA de 1994. Foi representante eleito dos estudantes do Conselho Departamental e do Conselho Técnico Administrativo da ESAM, órgão máximo de administração da escola.
Participou ativamente na reestruturação do Grupo Verde de Agricultura Alternativa (GCAA) e na luta contra o diretor imposto pelo governo Collor. Durante todo o curso, conciliou suas atividades de militância política na FEAB e no Centro Acadêmico com suas atividades como bolsista do CNPq.
Foi eleito orador da turma quando se formou em 1995, quando foi convidado a assumir função de assessoria técnica a assentamentos de reforma agrária no município de Touros-RN.
Atuou como agrônomo e militante do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra de 1995 a 2005, quando assumiu vaga de pesquisador concursado na Embrapa, na linha de pesquisa em Impactos Ambientais, onde elaborou projetos e artigos científicos que tratam de temáticas relacionadas a agroecologia, agrobiodiversidade, reforma agrária e impacto dos agrotóxicos.
Lá, seguindo com sua atuação técnica e política, foi eleito presidente da Seção Sindical Hortaliças do SINPAF (Sindicato Nacional dos trabalhadores de Pesquisa e Desenvolvimento Agropecuário) e, em setembro de 2010, conduzido ao cargo de presidente Nacional do Sindicato, gestão 2010-2013.
Considera que a FEAB foi sua porta de entrada para atuação política e humanística, contribuindo com sua formação e com a luta por um país justo e solidário.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Jeanne Duarte - Recife


Ingressei na UFRPE em 1982, em Recife. Fui coordenadora geral do Diretório Acadêmico de Agronomia e também membro do DCE da Universidade.  O Recife assumiu a FEAB nacional em 1985, após a gestão do pessoal de Cuiabá (gestão do nosso amigo Mané, de Cuiabá).  As pessoas de Recife  que fizeram parte da gestão da FEAB, em 1985, foram:  eu (Jeanne Duarte), Flávio Duarte, João da Costa, Maria Emília (Mila), Antonio Carlos (Tonico) e Sérgio Vilela.
Para nós, estar fazendo parte da FEAB representava um compromisso muito importante com os nossos ideais de justiça social, de mudança na construção de um novo Brasil rural, de formação de um novo profissional de agronomia. Nossas bandeiras eram principalmente a Reforma Agrária, a Agricultura Alternativa (este foi o primeiro termo usado no nosso movimento estudantil, para caracterizar uma agricultura diferente do modelo predominante) e a formação de um novo profissional de agronomia (eclético e comprometido com as transformações que almejávamos).
Enquanto FEAB, visitamos a grande maioria das escolas de agronomia de todo o Brasil, levando as nossas bandeiras... o movimento nos deu oportunidade de conhecer várias realidades... várias culturas...nos colocou em contato com diversos profissionais engajados nessa luta, com vários movimentos sociais do campo.  Fizemos também muitos amigos!
Acredito que o nosso movimento estudantil da agronomia, considerando as  várias gerações, contribui u muito para a criação de programas públicos e organizações que atuam hoje com uma perspectiva de construção de um modelo de desenvolvimento rural sustentável e de fortalecimento da agricultura familiar.
Sou feliz por ter participado desse processo. Hoje, ainda moro em Recife-PE, atuo como consultora na área de associativismo, gestão social e desenvolvimento territorial rural sustentável. Sou sócia do IADH (Instituto de Assessoria para o Desenvolvimento Humano); e  também me coloco em sintonia com atividades que buscam o desenvolvimento humano, espiritual, o autoconhecimento e a construção de uma cultura de paz.

Muita Paz para todos nós! Forte Abraço!

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Apelido, alcunha, apodo.

Muitos de nós, Ex-Feab, recebemos apelidos quando chegamos na faculdade. E alguns seguiram com estes apelidos por muito tempo. Vamos lembrar de alguns: BOMBEIRO, macarrão, Bodinho, Pato, Mineiro, Bafo, Xique-Xique, Garimpeiro, Marreco, Tchê, Guarapa, Ximbica, Bibi, boquita, Saputi, CONCRETO, Binho, Gigante, Galinha, Kabelo, Ratão, Bico, Gaitero, Chubi, Pimpolho, Mossoró, Chacal, Curisco, Vampiro, Mandela, Cegonhão... Vamos completar essa lista? Escreva um comentário com seu apelido.

terça-feira, 15 de maio de 2012

FEAB discute agroecologia


O último dia do II ERA Sul, 1º de maio, iniciou com o 4º painel do encontro, com o tema: “A quem serve a nossa formação profissional e os desafios da construção da Agroecologia”, ministrada pelo mestrando em Desenvolvimento Rural, Edmundo Hoppe Oderich, e pelo representante da Secretaria de Desenvolvimento Rural, Rodrigo Sasso.
Quando questionado sobre como trazer mais pessoas para continuar essa construção na Agroecologia, Edmundo destacou que é preciso “tentar sensibilizar para mudar o modelo atual e ajudar a construir esse novo, tornando-se referência dentro da estrutura da Universidade, influenciando não só estudantes, mas a sociedade em geral, buscando parcerias com movimentos sociais. Além disso, buscar contato com estudantes de outros cursos”, o que torna possível a organização dos acadêmicos, começando dentro da universidade e expandindo esse novo modelo, o que foi destacado no II ERA Sul.
Veja mais aqui.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Ednaldo Michellon


Professor Ednaldo Michellon - UEM

Parabéns pela iniciativa, Paulo "Macarrão" e tchurma (jovens e dinossauros do ME da FEAB) hehehe.
Vou tentar ir, pois já temos o IV Encontro de Agricultores Urbanos aqui em Maringá neste dia 03/06/12. No mais, dado a nossa tradição de lutas nestes 40 anos, e nós, que fomos protagonistas daquela "ocupação" do Mec, bem quando a FEAB tinha 20/22 anos, para aprovar o Currículo Mínimo da Agronomia, e que no decorrer da história, nos tornamos, entre outras, professor de DEONTOLOGIA há 22 anos, sugiro colocar, no cabeçalho do http://feab40anos.blogspot.com o título correto de nossa profissão éEngenheiro/a Agrônomo/a há 65 anos, cf. segue: "A duplicidade de títulos de agrônomo e engenheiro agrônomo somente teve fim com o decreto 9.585, de 15/08/1946, que determinava às escolas que expedissem diplomas de engenheiro agrônomo, permitindo que os antigos registros de “agrônomo” fossem apostilados com a nova titulação de engenheiro agrônomo",  ainda, "Por conseqüência o MEC, ao receber a administração do ensino agrícola superior, manteve a denominação dos cursos como “Agronomia” e o título do formando “Engenheiro Agrônomo” (Resolução CFE 38/75). Essa decisão além de seguir a tradição estava em sintonia com as normas anteriores do Ministério da Agricultura e com a Lei 5.194/66, que denomina “faculdade ou escola superior de Agronomia (art 2º, inciso a)” e reconhece apenas o título de Engenheiro-Agrônomo (art. 1º), prática que já funcionava no país desde 1946" (Paulo Roberto da Silva, 2009, em Anexo). Aliás, essa foi a decisão referendada naquele histórico X CBA lá de Guarapari, lembra-se?
Um grande abraço a todos/as Ex e atuais Feabianos,

Michellon 44-3011-8952 e 44-9922-0782. Veja mais aqui.